Sobre o boteco: eu quero SEMPRE ser atendida pelo velhinho de chapéu de feltro vermelho. Pena que ele tenha chegado para me dar a péssima notícia de que só tinha Antártica, Brahma e Skol. Mas ok, ele se redimiu mandando essa delícia de cortesia, batatas em conserva.
Como a fome bateu e eu estava na Alemanha, dividi com a Cris um delicioso Beef Tar Tar. Ou Hackepeter. É que desde que a Gica falou disso eu estava simplesmente fissurada por experimentar - mas não em Floripa, claro. O prato é carne moída crua, com muitos e muitos temperos, para comer com pão preto. Gente, é uma delícia!!! Até tirei uma foto para ilustrar antes que nós terminássemos de devorar, mas não ficou digna da qualidade do prato. Mesmo assim, ponho aqui.
Do meio para o final da noite, uma surpresa desagradável - mas só porque eu não sou habitué: tinha Heineken, mas foi reservada para o Rodrigo e para o Upiara.
A verdade é que eu achei o máximo! O velhinho é um querido, a comida é deliciosa - aliás, isso é o que tem de bom em Joinville, come-se muito bem por aqui - e os clientes assíduos são tratados como carinho e respeito que merecem.
Achei o endereço do lugar no hagah - embora ele não se chame mais Fritz e sim Grosse Haus Casarão, ele continua sendo conhecido como Fritz. Se você não gosta de lugar agitado, sofisticado e consegue conviver com jornalistas, eu recomendo.
Mas você tinha que ter tirado a foto do prato quando chegou à mesa, porque é mesmo a coisa mais linda - e deliciosa.
ResponderExcluirMas eu comi um ótimo em Floripa, sim, em algum restaurante na Beira-Mar (ah, claro que não sei o nome).
Ai, coisa feia, mulheres carnívoras contribuindo para o desmatamento da Amazônia. Pecado.
É todo ajeitadinho, coisa pra turista, mas acho imbatível: a empada do Jehrke.
ResponderExcluirHackepeter é uma delí, né?
poucas pessoas puderam ver um belo duelo escatológico... eu vi e foi um must...hahahahhaha
ResponderExcluirpega kefi...
hahahhahah
=D