segunda-feira, 28 de abril de 2008

Só para testar...

...o que eu mesma fiz. Quer dizer, não a arte, que é da Patrícia Prado. Mas ver se tá dando certo:
Dia da Sogra

sábado, 26 de abril de 2008

Darth Vader, Regina Duarte e pensamentos aleatórios

Não há absolutamente nada que possa ser escrito sobre Star Wars que ainda seja novidade, exceto que o Darth Vader é a grande esperança de atuação para Regina Duarte. Se com aquela máscara e respiração ele consegue passar força, coragem, poder, ambigüidade, contradições de pensamento e até amor, talvez ela também consiga. Mas, claro, vai ter que mudar de diretor, que o Jayme Monjardim não vai dar jeito...

E, pela ludicidade da coisa, divulgo o blog Eu Podia Tá Matando e seu Darth Vader da Semana. Instigante.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Sobre casamento

Se a mulher acredita que a felicidade só é plena morando com alguém e que dividir tempo e espaço é o grande objetivo de um relacionamento, ela é uma romântica, sonhadora e iludida; se acredita que a vida solitária é melhor e que morar junto apenas acentua as diferenças até o insuportável e acelera a separação, é uma desiludida. E aí?

segunda-feira, 14 de abril de 2008

A primeira edição a gente nunca esquece

Esse final de semana eu finalmente me movimentei para aprender a usar o windows movie maker. Ok, o première é mais foda, mas requer licença. A outra opção era o muuve, que consegue ser muito tosco. Se bem que pra fazer esse aí embaixo o muuve dava conta...

De qualquer maneira, já fiquei feliz em chegar até o fim sem ter que telefonar estressada para ninguém. E no final das contas ficou bem maneiro, porque era impossível fazer uma coisa chata com aquelas imagens.

Estou devendo um clipe de crianças para a Verde Velma. Calma que ele chega. Preferi fazer o teste com outra cobaia. E não é que os Garotos da Praia serviram bem ao que eu queria?

Com vocês, o primeiro vídeo caseiro protagonizado pelos Monstrinhos:

domingo, 13 de abril de 2008

Ainda sobre as bodas de ouro

Assim que cheguei na celebração dei de cara com o padre. Careca, de óculos, passou a sensação de já ter visto ele em outro lugar. Depois de uns minutos, cai a ficha: em Joiville, no casamento de uma amiga de infância.
- Mãe, não parece aquele padre bravo lá da São Francisco de Assis?
Nisso chega o noivo e fala:
- A celebração é especial, o padre é meu primo.
Bem, resolvido: não era o mesmo padre, afinal estávamos em Gaspar.

No início da celebração, ele começa:
- Esse casamento é mais do que especial. Não é todos os dias que eu posso sair da melhor paróquia de Joinville para celebrar as bodas de ouro de um primo.

Pronto, era o padre.

Aí eu lembrei, claro, da teoria dos seis graus de separação. E mais, lembrei de Lost.

O que isso quer dizer? Que se eu caísse de avião numa ilha no meio do nada ela não estaria cheia de homens maravilhosos como Sayid ou Jack (update a pedido da sogra: e Sawyer também), e sim com o padre.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Hoje meu cachorro morreu

E não foi uma morte bonita. Não, ele não morreu atropelado como o Bambi. Nem em briga de cachorro, como o Maradona. Nem envenenado como o Tobby. O Estopa foi sacrificado e fui eu a desgraçada que assinou a autorização da eutanásia.

O estopa não era um cachorro amigável. Mordeu a Celina, mordeu a Cecília e nunca foi com a cara do meu irmão. Ele foi lá pra casa por acidente. Minha vizinha pegou ele na rua supermal, levou para uma veterinária que passou um tempo com ele dando jeito no bicho. Aí ele foi encaminhado para adoção. Ficou lá em casa só para esperar um dono. E foi assim que eu virei dona dele.

Todo mundo achava ele feio. Em primeiro lugar, os pêlos. Lá em casa tem muita lama e ele estava sempre com a pelagem toda emaranhada. Mas a feiúra que ninguém suportava era o nariz. Ele tinha um tumor na ponta do focinho e, com ele, uma ferida aberta, que nunca cicatrizava e ainda escorria.

Pois bem, esse tumor pegou uma infecção. E eu fiz o melhor que eu pude - embora ainda esteja com a sensação de não ter feito o suficiente. Depois de 10 dias de antibióticos, a notícia: ou ele passava por uma cirugia pra ficar sem focinho e ter uma sobrevida de um ano à base de antibióticos, ou era sacrificado.

Num post lá embaixo o Gian tirou a maior onda da minha cara, porque eu agradeci aos céus ter homens que cavam areia em volta do carro. Bem, eu aviso no perfil que sou mulherzinha pra caralho, mas ninguém acredita. E digo sem vergonha que chorei horrores, tanto na veterinária, enquanto ele tomava a injeção, quanto em casa, quando finalmente peguei na pá para fazer a cova do bichinho. A próxima pedreira vai ser contar para as crianças.

Tchau, Estopa.

Reforçando raízes

Minha tia, irmã da minha mãe, comemorou 50 anos de casamento no sábado passado. Fui na festa, uma festa típica de Gaspar: comida, bebida e música à vontade no sábado e rescaldo no domingo.

Momento memorável
Minha vó se olhar no espelho depois de se arrumar. Faz uma careta e desdenha: "Credo! Pareço uma velha de 80 anos!". Ela tem 93.

Reflexão inevitável
Jamais farei 50 anos de casada. Nem que eu arranje um marido agora, duvido que eu consiga agüentar alguém que não seja um dos meus filhos por muito tempo. Já acho um sucesso ter um relacionamento de quase 10 anos no currículo. Será que se eu arranjar mais quatro e juntar todos eu consigo uma festinha assim?

Shiny happy people
A família da minha mãe é espetacular. Formidável mesmo. Meus primos são as pessoas mais unidas que eu conheço. Todos os filhos de meus tios de Gaspar têm uma ligação entre si invejável. Invejável mesmo, porque a minha lá em casa não é das piores, mas não é nem um pouco parecida com a deles. E são ultra-mega-hiper alegres. Não consigo me sentir completemente pertencente à família, mas tenho o maior orgulho de poder dizer que faço parte dela.

Parem as rotativas!

Esses são os meninos do Musical Gaivota. Eles tocam algo entre música gaúcha e sertaneja modernetes. Enfim: dancei com saia rodada e salto fino entre 23h e 5h. Meus pés doem. Estou feliz. Acho que vou começar a freqüentar bailões...