Eu prefiro chuveiros a gás: muita água muito quente. Em prédios, os leitores individuais costumam salgar o valor do condomínio. Mas nada como outro banho com muita água muito quente para relaxar. Mas morar de aluguel tem dessas e um dia você volta ao "mais em conta" chuveiro elétrico.
Para começar, é da natureza deles torrar a resistência. O primeiro passo, claro, é pedir pra alguém trocar. Ops! Esse alguém sou eu!!!
O segundo passo é comprar uma resistência nova. Aí você descobre a original da marca do chuveiro a R$ 15 e uma genérica a R$ 7. Muquirana, levo a genérica para descobrir duas diferenças cruciais nela: ser de uma liga muito mais flexível e com pinta de vagabunda e não trazer manual de instrução.
Sim, sou mulher e leio manuais.
Lembro da primeira resistência que comprei, a original, que vinha com manual. Meu chuveiro não é dos simples, daquele que tem um ponto de um lado, outro do outro, e deu. Ele tem duas espirais e três pinos. O manual dizia algo sobre colocar a saída A no pino a, a B no b e a C no c. Obviamente, não lembro a ordem e coloquei onde achei mais adequado.
Funcionou. Bom, pelo menos pelos cinco segundos necessários para queimá-la e me deixar pelo menos mais um dia sem chuveiro quente.
E aqui vai a grande lição deste post: só compre resistências vagabundas se você tiver alguém para trocar e, em conseqüência, alguém em quem colocar a culpa. Básico.
Blues Velvet
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Tenho uma história em cada canto deste lugar
Nem todas publicáveis
Mas todas parte de mim
Aqui fui feliz e triste
Dancei, cantei
Me diverti e diverti...
Há 9 meses
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